Assinatura digital própria vs. terceirizada: por que isso importa
09 de julho de 2026
Quando uma receita ou um atestado precisa de validade jurídica, a assinatura digital ICP-Brasil não é um detalhe técnico — é o que garante que o documento vale legalmente perante farmácias, convênios e órgãos públicos.
A forma mais comum de resolver isso no mercado brasileiro de software para clínicas é integrar com um provedor externo de assinatura (o mais conhecido sendo a Memed). Funciona, mas cria uma dependência: o profissional sai da plataforma principal, autentica em outro sistema, e a experiência fica fragmentada entre dois produtos diferentes.
O caminho que escolhemos
No Praxia, a assinatura digital ICP-Brasil roda dentro da própria plataforma — o profissional envia o certificado A1 uma vez, e daí em diante receituários simples, controlados tipo A e B, atestados, laudos e prescrições nutricionais saem assinados sem sair do sistema, com carimbo do tempo RFC 3161 (PAdES-B-T) para validade de longo prazo.
Isso não é só conveniência: significa menos pontos de falha, menos contas para gerenciar, e um fluxo de trabalho que não quebra no meio da consulta.
E o receituário controlado?
Receitas controladas tipo A exigem duas assinaturas — a do profissional e, quando aplicável, a do farmacêutico responsável — conforme a Portaria SVS/MS 344/98. O Praxia já valida isso automaticamente antes de gerar o PDF, então não tem como um receituário sair incompleto.
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